> Exercício – Que falta faz



Nas últimas décadas aumentou significativamente o número de pessoas que realiza algum tipo de atividade física. Movidas pelo modismo ou conscientes de sua importância para a saúde, jovens e adultos acabaram experimentando as vantagens de incorporar a atividade física aos hábitos de vida, embora os índices de sedentarismo no Brasil ainda sejam altos.

Esse comportamento se fortalece a cada início de ano e acaba sendo uma meta para aqueles que vivem adiando decisões como parar de fumar, emagrecer, exercitar-se, mudar de emprego, enfim levar uma vida mais saudável e estabelecer novos objetivos.

Olhe para si e reflita sobre os cuidados que você tem com seu próprio corpo. Não compare sua imagem a nenhum ícone da beleza, mas aprecie seu corpo, suas limitações e passe a respeitá-lo oferecendo condições para seu desenvolvimento.

Pouca gente parou para pensar sobre a importância dos músculos para uma vida normal, saudável e dinâmica. São responsáveis pela sustentação do esqueleto, equilíbrio das articulações, proteção dos órgãos internos e permite que você esteja trabalhando, andando, rindo, enfim se movimentando e se expressando.

Experimente imobilizar um dedo e veja a falta que ele faz. Quem já usou gesso em uma das pernas, além de sentir atrofia desses músculos inativos, passou pelo desconforto da limitação física e de depender de outras pessoas.

Os exercícios localizados, além de melhorar o desempenho físico e a postura, aumentam o metabolismo e a nossa capacidade de consumir energia. Na prática isso significa que a prática de exercícios físicos é importante para aumento de massa muscular e consequentemente para maior consumo de energia.

Para os que não se sentiram convencidos, vale lembrar que o corpo humano tem mais de 450 músculos, cada grupo com sua função, mas todos importantes, portanto os exercícios abdominais, de braço, pernas, também têm sua importância nesse contexto de saúde.

Afinal, porque não nos “ligarmos” e transformarmos tudo que parece chato, cansativo ou fora de nossa rotina em algo gratificante e prazeroso?

 

Emilio Marchetti e Marcio Macarini
Maio/2013