> Felicidade



1 – Felicidade estimula produtividade no ambiente de trabalho.

Pesquisa aponta que colaboradores felizes são 80% mais produtivos.

Felicidade resulta em melhor produtividade no trabalho? A resposta com certeza é sim. Recente estudo publicado na Management Today afirma que pessoas infelizes são 40% menos produtivas, enquanto que pessoas felizes são em geral mais bem sucedidas no trabalho e conseguem alcançar o dobro da produtividade.

Segundo a publicação, pessoas infelizes trabalham efetivamente apenas dois dias da semana dos cinco possíveis e produzem bem menos que seus colegas mais contentes.

Um dos fatores que contribuem para esta insatisfação é a falta de feedback do superior quanto aos resultados alcançados em determinada tarefa e do reconhecimento da participação do colaborador no alcance da meta.

Investir na satisfação da equipe exige bem menos dispêndio financeiro e mais atenção e tempo por parte do líder. A premissa não é: se está insatisfeito procure outro trabalho, e sim, se está insatisfeito o que podemos fazer para mudar essa situação. (Fonte: Management Today)

2 – O que é felicidade?

Depende. De onde e quando você nasceu? Da sua formação intelectual? Da sua profissão? Depende, a rigor, de tanta coisa que é quase inútil procurar uma resposta universal.

Duas tentativas de conceituação de dois pioneiros da psicologia ajudam a aplainar o caminho.

  • Para Sonja Lyubomirsky, psicóloga e autora de A Ciência da Felicidade, ser feliz é experimentar emoções positivas com frequência e sentir que a vida é boa.
  • Mihalyi Csikszentmihalyi desenvolveu o conceito de “Flow”, ou fluxo, estado no qual a pessoa está tão envolvida no que faz que nada mais parece importar. É um nível de concentração e envolvimento que não exige esforço mental, uma imersão completa na atividade. Para atingi-lo é preciso encontrar o equilíbrio entre habilidades e desafios, perceber o resultado das suas ações e ter objetivos claros.
  • Para o economista Eduardo Giannetti, autor de Felicidade S. A., existe duas dimensões de satisfação com a vida. A primeira é objetiva e que pode ser medida “de fora” e transformada em indicadores, por ex: moradia, nutrição, renda e saúde. A segunda é subjetiva, interior, logo, só existe na mente do indivíduo e só pode ser mensurada com base em impressões pessoais. A felicidade é algo que sucede na confluência dessas duas dimensões. (Fonte: Livro Felicidade S. A. – Eduardo Gianetti)

Será que conseguimos segmentar nossa felicidade em saúde, trabalho, família, finanças, amizade ou só seremos felizes quando tivermos um conjunto de coisas conspirando a nosso favor ou alcançarmos um sentimento mais pleno e interiorizado?

 

 

Emilio Marchetti e Márcio Macarini
Maio/2013